Dia 24 de Junho, data criada pela OMS (Organização Mundial de Saúde) e incorporada pelo Ministério da Saúde como Dia Mundial da Prevenção de Quedas, principalmente na população idosa.

A queda é 6ª causa de óbito em pessoas com mais de 65 anos de idade, e 50% deles acabam ficando com a mobilidade reduzida ou alguma complicação, gerando grande repercussão na qualidade de vida e se tornando um problema de saúde pública devido aos elevados números e gastos com a reabilitação.

A queda não é normal, mas tem alta frequência em idosos e os fatores de risco associados pode ser intrínseco, referente a própria pessoa, ou extrínseco, relacionados ao ambiente.

Entre os fatores relacionados ao indivíduo os mais comuns é a diminuição ou problemas relacionados a visão, fraqueza muscular, dificuldade ao caminhar, problemas de equilíbrio e uso de medicamentos como sedativos e hipnóticos. Tais riscos listados podem ser prevenidos com cuidados à saúde como usar sempre óculos com grau adequado, realizar atividade física que melhore a marcha e fortalecimento muscular por exemplo; já os fatores do ambiente podem ser eliminados quase em sua totalidade, já que mais de 60% das quedas acontecem no ambiente domiciliar ao realizar atividades do cotidiano.

Entre os fatores de risco extrínseco pode-se citar piso escorregadio ou molhado, luminosidade inadequada, disposição de móveis que podem se tornar obstáculos ao circular de um cômodo para o outro, tapetes e fios soltos que podem provocar escorregões, escada sem corrimão etc. Vale ressaltar que o caminho do quarto ao banheiro a noite é considerado um dos maiores riscos para queda.

Um idoso que sofreu uma queda, é risco para quedas futuras, devido a Síndrome Pós Queda. Ao sofrer uma queda o indivíduo por consequência diminui a atividade física, o que leva a uma perda de energia e força muscular, tornando o idoso fragilizado, e um idoso frágil é risco para novas quedas.

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